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Familiarizando com o “portfólio de novidades” do Aedes Aegypti.

Se as ações contra o famoso mosquito não evoluíram suficientemente para mantê-lo sob controle, problema nosso. Ele vai evoluindo e entregou nos domicílios brasileiros em 2015 palavras mais estranhas que Dengue. Aquele que é contemplado com a visita do mosquito, não sabe até chegar ao atendimento médico de urgência o que ele lhe deixou, e passa a pronunciar palavras exóticas como Chikungunya e Zica.

Embora venha apresentando significativa queda, estima-se muito mais de 850 mil casos em todo país até maio de 2015. Muitos ainda não são notificados e não entram na contagem oficial do governo.

As doenças apresentam algumas diferenças e é fundamental você ficar antenado. Veja de modo simplificado abaixo alguns destaques sobre cada uma delas.

Chikungunya

A doença: Em setembro de 2014 surgiram as primeiras confirmações no Amapá. Até meados de abril deste ano, já tinham sido notificados mais de 1.500 casos em todo país. Segundo o Ministério da Saúde, antes de setembro os casos notificados tinham sido contraídos fora do país.  A Chikungunya é originária da África e tem como significado “aqueles que se dobram”. Um clara referência a como suas vitimas se curvam por conta das fortes dores nas articulações.

Os sintomas: O principal sintoma é a dor nas articulações dos pés e das mãos, destacando maior intensidade que as registradas nos quadros de dengue. Acompanha essas dores, um repentino estado febril superior a 39 graus, dor de cabeça, dores musculares e manchas vermelhas na pele. As notícias mais amenas, segundo o Ministério da Saúde, é que são raros os episódios que chegam a óbito e aproximadamente 30% dos contaminados não chegarão a desenvolver sintomas.

O tratamento: Não há tratamento específico. Recomenda-se ficar em absoluto repouso e consumir bastante líquido. Assim como na Dengue, não é recomendado usar o ácido acetil salicílico (AAS) por risco de hemorragia.

Zika

A doença: Suspeita-se que a doença tenha chegado as terras brasileiras durante a “invasão turística” por conta da copa do mundo de 2014. Os casos iniciais, ainda por confirmação das autoridades sanitárias foram detectados na Bahia.

Os sintomas: O vírus não é tão forte como o da chikungunya ou da dengue, havendo destaque para o quadro alérgico apresentado pelos pacientes. Os sintomas, porém, são parecidos com os das outras duas doenças assinadas pelo Aedes: dores,  manchas no corpo e febre. Os infectados podem também apresentar sinais de conjuntivite e diarréias.

O tratamento: Igualmente as outras viroses, o tratamento consiste em absoluto repouso, ingestão de líquidos e remédios que aliviem os sintomas e que não contenham o ácido acetil salicílico
 
Fonte: Ministério da Saúde.

 

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Dicas Legislação Notícias

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