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As principais espécies de cupins combatidas na descupinização

A descupinização depende de informações como, por exemplo, qual é a espécie da infestação

Os cupins chegam a causar prejuízos de bilhões em todo mundo. Isso se justifica, porque algumas colônias podem ter milhões de membros. Além disso, os insetos destroem objetos e estruturas de forma silenciosa. Por isso, ao menor sinal deles, você deve contratar a descupinização.

No início da primavera os insetos saem para se reproduzir e podemos observar uma névoa de pragas aladas nas luzes da cidade ou do nosso ambiente.

É importante ficar alerta pois ao perder as asas os cupins procuram uma fonte de celulose para construir sua colônia. Se demorar muito, só a descupinização pode ser a solução para a praga.

Uma curiosidade sobre os cupins é que na época da revoada, ou seja, da reprodução dos insetos, eles saem em busca de membros de outras colônias para manter a sua diversidade genética.

Apesar de serem considerados pragas, eles contribuem para o ecossistema, causando a reciclagem dos nutrientes no solo e servindo de alimento para outros animais.

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Porém o problema acontece quando os cupins invadem ambientes internos

Com a urbanização e a destruição do habitat desses animais, os cupins ficaram ainda mais próximos dos homens, dependendo deles para sua sobrevivência.

Por isso, frequentemente encontram a celulose dentro de residências ou empresas. Para eliminar uma colônia, você deve investir na descupinização. Saiba que o trabalho é um desafio!

Isso porque antes da descupinização é necessário conhecer a espécie da infestação, pois isso faz toda a diferença na hora de controlar os cupins. Conheça abaixo as principais espécies que existem em solo brasileiro:

1. Cupim Subterrâneo

O cupim subterrâneo é também chamado de cupim de solo. Isso porque a espécie cria sua colônia em solos ou subsolos. O nome científico é Coptotermes gestroi e ele chegou no Brasil por meio de navios a partir da década de 20. Essa espécie necessita de umidade elevada para se desenvolver.

A colônia pode chegar a milhões de membros. Os operários são os mais numerosos do cupinzeiro e vivem até 5 anos. Existem também os soldados, que defendem a área e a rainha que sobrevive até 15 anos. Se morre, a colônia não acaba, pois ela é substituída por uma ninfa.

2. Cupim de Madeira Seca

Já o cupim de madeira seca possui uma colônia reduzida, de centenas de membros. Geralmente ficam posicionados apenas no objeto infestado. Por isso, sua eliminação é menos complicada na descupinização do que a do cupim subterrâneo. O nome científico é Cryptotermes brevis.

Porém, deve-se ter cuidado para a madeira infestada não ficar próxima a outros locais que contenham celulose, pois a colônia pode migrar. Encontram-se em ambientes em que há umidade inferior a 30%.

3. Cupim Arborícola

Já o cupim arborícola possui esse nome porque o ninho é formado nas copas das árvores e arbustos. O gênero mais conhecido dessa espécie é o Nasutitermes spp.

O cupinzeiro é fácil de identificar pois tem a cor preta ou marrom escura. A descupinização com uma empresa é essencial, por conta do local de difícil acesso da colônia.

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