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A importância do monitoramento das caixa d’água e bebedouros em empresas

A água é essencial para o bem-estar do ser humano. O corpo de uma pessoa adulta é composto em até 65% de sua totalidade por este líquido – e a sua constante reposição é fundamental, da saúde dos órgãos internos à aparência física, já que a água é considerada pelos especialistas como a “fonte da juventude” do mundo real.

Da mesma forma a água é fundamental para diversas outras espécies – como os mosquitos, por exemplo, que precisam dela durante o seu processo reprodutivo. Sendo assim, onde existir má administração dos ambientes de armazenamento isso pode representar diversos problemas de saúde pública, relacionados a qualidade para uso e ingestão e, ainda, o surgimento de pragas urbanas.

Vale lembrar que, em locais com grande fluxo de pessoas, como em empresas, a contaminação de reservatórios como caixas d’água e bebedouros é um risco ainda mais frequente. Ou seja: as suas manutenções devem ser feitas com periodicidade e técnicas adequadas, evitando a proliferação das pragas urbanas e, ainda, aumentando a qualidade de vida do seu quadro de colaboradores.

 O que define a qualidade da água? 
A rede de abastecimento de água dos centros urbanos necessita de investimento, tempo e recursos para o tratamento que se destina aos moradores e consumidores. Da captação ao transporte, considerando a clorificação dos canos que formam a rede de distribuição, tudo é pensado para garantir qualidade da água para os habitantes destas localidades.

Contudo, as condições encontradas nos locais de armazenamento privados podem desperdiçar este trabalho e acabar promovendo a proliferação de bactérias e pragas urbanas. Nos bebedouros, por exemplo, a qualidade da água pode ser observada por meio dos sentidos básicos como odor e gosto alterados, sendo um sinal de atenção antes do consumo ou uso.

Há, ainda, a possibilidade de acúmulo de sujeira no fundo do recipiente – que pode ocasionar problemas à saúde de quem bebe desta água e, também, prejuízos para a infraestrutura em razão de entupimentos nos mecanismos purificadores de água.

 A formação de pragas urbanas a partir do acúmulo desregrado de água 
Mosquitos transmissores de doenças, como o Aedes aegypti, que ganha cada vez mais espaço nos noticiários em função dos surtos de dengue, chikungunya, zika e febre amarela, se aproveitam de descuidos no armazenamento da água potável para a sua reprodução.

Quando parada e em recipientes abertos ou desprotegidos por tampas, – como os pátios e terraços de prédios e instalações – acaba sendo um ambiente ideal para o desenvolvimento de larvas dos insetos. Essa situação pode ser agravada com o fornecimento também desta água para outras pragas urbanas, como roedores, pombos e morcegos.

Enquanto isso, para os bebedouros, estes são ambientes ideais para os chamados Barbeiros (Triatoma infestans) que, por meio de suas fezes, transmitem a Doença de Chagas. A solução para diminuir este tipo de situação é desinfecção dos bebedouros e das caixas d’águas, aumentando a garantia da qualidade da água e, portanto, dificultando a transmissão dessas doenças.

 Periodicidade de limpeza 
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) recomenda que caixas d’água e bebedouros sejam higienizados a cada seis meses. Contudo, assim como nas estratégias de combate das outras pragas urbanas, é fundamental que se analise o ambiente como um todo e se determine, caso a caso, qual a periodicidade mais adequada para que se evite a proliferação das bactérias e dos vetores das doenças citadas neste artigo.

Para isso, você pode contar com o auxílio de uma empresa especializada – que irá planejar e executar desinfecções, além de monitorar o seu ambiente corporativo à procura de problemas relacionados às pragas urbanas. Desta forma, investir no bem-estar dos seus colaboradores e do meio ambiente, transforma a sua empresa em uma referência no combate a estas doenças.

Além disso, é fundamental agir no campo da prevenção, executando cuidados básicos como a vedação dos recipientes para evitar a entrada das larvas, e assim evitando problemas no futuro.

Fique atento a qualquer sinal visível – ou sensível – de contaminação. A água potável é incolor, inodora e insípida. Qualquer alteração mínima em um destes pontos pode representar um problema muito maior do que uma poeira acumulada no fundo do seu bebedouro, por exemplo, e deve ser levada à sério. Afinal, é a saúde e produtividade dos seus colaboradores que estão em jogo.

Para saber mais sobre o controle sanitário corporativo, além de outras formas de combate às pragas urbanas, entre em contato com a Uniprag! Estamos sempre disponíveis para colaborar com a sua saúde e bem-estar.

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