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Vacina contra dengue do Butantã vai para a fase 3

A vacina contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantã teve a terceira fase de pesquisa liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O pedido foi analisado em regime de prioridade considerando a relevância para a saúde pública e o cenário epidêmico que o país se encontra no momento. A eficácia da vacina na proteção contra a doença será avaliada na última etapa do estudo, onde novos dados sobre a segurança são agregados.

O objetivo da vacina, desenvolvida em parceria com os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH na sigla em inglês), é de proteger contra os quatro subtipos de vírus da dengue.

“Se a vacina se revelar eficiente, será uma grande notícia. Embora ela não traga impacto sobre a grande preocupação em saúde pública neste momento, que é o aumento de casos de microcefalia provavelmente relacionada com a infecção por zika, um imunizante contra dengue eficaz significará um alívio. Uma arma a mais para combater problemas trazidos pelo Aedes aegypti“, disse o presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa.

A última etapa de estudos prevê 17 mil voluntário envolvidos – divididos em faixas etárias: 2 a 6 anos; 7 a 17 anos e 18 a 59 anos -, e dependerá de fatores como a velocidade do recrutamento dos mesmos e a circulação dos quatro subtipos de vírus no pais.

A intenção inicial do instituto seria que, simultaneamente à condução da pesquisa, seja iniciada a construção de uma fábrica para produção do imunizante.

De acordo com as informações do jornal O Estado de S. Paulo, a Anvisa também está avaliando o pedido de registro de outra vacina contra dengue, da Sanofi Pasteur. Porém a eficácia do imunizante não é considerada alta por parte dos especialistas: 66% para os quatro sorotipos.

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