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A indesejável presença dos Percevejos de Cama (Bed Bugs)

Você acha que um simples percevejo pode impactar um importante segmento de serviço gerando grandes prejuízos e desconfiança de clientes por todo mundo? Pode ter certeza que sim.
Indiscutivelmente a área mais prejudicada com a proliferação dos Bed Bugs é a de hotelaria e tudo que ela representa no turismo de lazer e negócio. Nós que fazemos a UNIPRAG poderíamos focar apenas a questão do controle profissional desses percevejos de cama (Cimex lectularius) e mencionar dados da biologia dos Bed Bugs, como são conhecidos mundialmente esses insetos, mas queremos propor um olhar mais atento, que contemple também uma análise econômica do que significa o reaparecimento desta espécie de praga no mundo.

É possível portanto que você ao pesquisar sobre o problema, encontre muito mais conteúdo nos sites e blogs dedicados ao turismo e dicas aos viajantes, que em empresas especializadas em desinsetização. Para se ter uma idéia, há sites especializados em receber denuncias e mapear os hotéis do mundo todo onde os hóspedes já se depararam com o desprazer de passar a noite em companhia desses bichos. A América do Norte e Europa se destacam na proliferação, mas o fenômeno já é percebido aqui na América do Sul e demais continentes, e com o crescimento do negócio do turismo, em particular com o crescimento do número de visitantes principalmente aos EUA, muitos estão trazendo além dos tradicionais souvenires esses pequenos parasitas.
Embora a rede hoteleira esteja no olho do furacão, e seja na verdade também uma vítima, o problema se alastra por cinemas, teatros, restaurantes e recentemente a população de Nova Iorque, possivelmente a cidade mais atingida de todas, começou a denunciar infestação de BedBugs no metrô (leia matéria abaixo), da jornalista Isabel Fleck, correspondente da Folha de São Paulo.

Voltando ao Brasil onde ainda podemos comemorar índices bem menores, e onde o problema não pode ser considerado ainda de saúde pública como em outros países, é preciso que haja mais divulgação de como esses insetos são inocentemente transportados, bem como um envolvimento maior da sociedade para que não se experimente o que houve no passado. Sim, o Bed Bug não é uma novidade aqui, como aliás no mundo todo. Converse com pessoas idosas e fale sobre o percevejo de cama, ou do colchão, que possivelmente muitas histórias aparecerão. Possivelmente seu avô ou sua avó, comentarão com riqueza de detalhes e dizer que havia inseticidas mais potentes, o que é fato e falaremos a diante.

Agora que vocês já sabem que esses pequenos seres podem atravessar oceanos ou cruzar o ar a bordo de uma confortável bagagem, e que é assim que está reconquistando o mundo, é hora de saber também que embora seja considerado um problema de saúde publica em diversos países, não foi associado a ele a transmissão de qualquer doença. Ainda assim ninguém quer protagonizar o papel da Julia Roberts no filme dormindo com o inimigo, e da moleza para uma turma Bed Bugs ávidos por sangue. O prejuízo é o incomodo e obviamente o comprometimento com a qualidade do sono a partir da segunda ou terceira noite, onde você já passou a identificar e sofrer inclusive psicologicamente. Numa situação dessas um “dedetizador” vira um herói nacional e pode fazer a paz reinar absoluta novamente. Aliás, falando em dedetizador, termo já não mais bem aceito por nós profissionais do mercado, lembro que um dos produtos que quase baniu o percevejo de cama do mapa brasileiro foi justamente aquele que tornou o setor de controle e manejo de pragas popular e como até hoje muitos conhecem. A famosa e já incorporada “dedetização” deriva do uso a época do DDT, considerado o grande pai de todos os inseticidas, mas que por razões amplamente divulgadas teve seu uso proibido. Não por coincidência então, a suspensão do uso desses inseticidas mais agressivos acabou contribuindo para o retorno das infestações do percevejo. Há gráficos que mostram claramente o crescimento do problema a partir da proibição nas décadas de 70 e 80.
Portanto uma intervenção química profissional para combater insetos ainda é a melhor solução para infestações de maior proporção, ou de áreas delicadas como hotéis, pousadas, hospitais, escolas, cinemas, estúdios de gravação, etc.

Ilustrando como a dinâmica do fluxo de pessoas pode ser decisiva, a Copa do Mundo trouxe certamente uma avalanche desses pequenos visitantes indesejáveis nas bagagens e assim será com a olimpíada e outros eventos, mas o simples fato da explosão turística dos brasileiros visitando principalmente os EUA e Europa já será responsável por infestar também as residências. Se for viajar, consulte dicas em site de viagens e mantenha sua mala fechada e de preferência com uma capa hermeticamente fechada. Inspecione o colchão do hotel, cortinas, carpetes e frestas do mobiliário logo na sua chegada. Tudo que estiver perto das camas deve ser alvo de inspeção, afinal o bed bug vai apenas esperar a madrugada para passear pelo seu corpo e de forma indolor sugar seu sangue. Entendendo que ele sempre vive pertinho do hospedeiro (nós humanos), você precisa ficar atento a tudo que está perto da cama num raio de no máximo dois metros.

Antes de qualquer intervenção química seja ela profissional ou não (no caso das ações domesticas), o fundamental é limpar e arejar. A dupla; aspirador e sol escaldante podem ajudar a resolver pequenos problemas. O filtro do aspirador deve ser incinerado ou tratado quimicamente. Nos locais suscetíveis a infestações é fundamental criar uma brigada ant-bedbugs, e envolver a empresa de desinsetização, governança e manutenção no caso dos hotéis, CCIH e sanitização no caso dos hospitais e limpeza e manutenção no caso de outras empresas.

As unidades UNIPRAG´s espalhadas pelo país mantém um programa de gerenciamento dessa e de muitas outras pragas já bastante conhecido por profissionais especializados, como: CIP (Controle Integrado de Pragas), solicite uma visita profissional em www.uniprag.com.br, ou contrate uma empresa de sua confiança e que esteja habilitada nos órgãos sanitários.

Matéria da folha citada no texto
http://nyposts.blogfolha.uol.com.br/2014/09/02/bedbug-o-novo-fantasma-do-metro/

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Dicas Legislação Notícias

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