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SAIBA MAIS SOBRE OS MORCEGOS URBANOS

O morcego, ainda que considerado símbolo de herói nos cinemas, no perímetro urbano é visto como uma praga. Isso se dá principalmente pelo inconveniente vindo de alojamentos desse mamífero nos forros das casas e apartamentos e também em função do excremento que muitas vezes escorre pelas paredes do local, causando um problema de higiene.

Considerados os únicos mamíferos que voam, os morcegos são conhecidos nas cidades principalmente pela revoada que fazem ao entardecer, quando usam o pôr do sol e a noite para sair de seus esconderijos. De forma geral, a maioria das espécies que vivem nas cidades é pequena, isto é, apresentam entre 2 e 10 centímetros de comprimento e podem alcançar idades entre 5 e 30 anos.

A forma de organização dos morcegos consiste em agrupar-se em colônias, o que na cidade representa locais como sótãos, porões, forros de telhados, pisos falsos, entre paredes duplas, garagens, vãos de dilatação entre prédios, caixas de máquina, caixas de ar-condicionado, caixilhos de persianas, chaminés de lareiras e churrasqueiras.

Essa escolha de habitat pelos animais é justamente o que torna sua convivência com o ser humano algo desagradável e anti-higiênico.

Foto: Michel Pasolius

Além disso, muito embora a cultura popular acuse os mamíferos de “sugadores de sangue”, essa característica não é recorrente em todas as espécies. Atualmente estima-se que haja cerca de mil espécies conhecidas de morcegos no mundo todo.

Desse total, cerca de 70% são insetívoras, ou seja, se alimentam de insetos. Isso faz com que, em vez de animais perigosos por se alimentarem de sangue, os morcegos sejam, na verdade, de grande eficiência no controle de insetos, podendo consumir até 600 mosquitos por hora ou 3 mil em uma noite.

Foto: Michel Pasolius

Perigos que o morcego traz e como evitá-los

No entanto, mesmo que os morcegos em sua maioria não apresentem características “vampirescas”, todas as espécies desses mamíferos tendem a morder ou arranhar caso sejam manipulados de forma indevida ou irritados. Ao ser atingido por um morcego, gera-se um risco para a saúde humana já que os mesmos, caso contaminados, podem transmitir a raiva – uma doença fatal na ausência de tratamento apropriado.

Além da raiva, os morcegos são transmissores potenciais de histoplasmose (popularmente conhecida como infecção respiratória). Isso acontece em função da presença de fungos, os quais se desenvolvem nas fezes do animal e podem contaminar o ar do ambiente mal limpo.

Porém, o perigo descrito acima não é motivo para que você inicie uma cruzada contra esses animais. Como parte da fauna brasileira, eles são protegidos por lei e quando houver problema com esta praga empresas especializadas e certificadas, como a Uniprag, devem ser chamadas para lidar com eficiência e dentro da lei.

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